quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
A VOZ DO SILÊNCIO
Parei, ouvi fascinada
Quão maviosa
voz
Deixou minha
alma pasmada
Porque se
diz ser atroz
A amenidade
dos sons
Das palavras
jamais ditas
Põe nos
acordes dos tons
Minhas
ideias convictas
No perfume
duma flor
Num sorriso
inocente
Num gesto
doce de amor
Sua voz está
presente
Só uma mente
poética
Desfruta de
tal tesouro
E afirma com
toda a ética
Não é atroz
mas é d’ouro.
Ausenda
Ribeiro
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
ROSAS
A rosa vermelha é bela,
Fresca e pura a branca rosa.
Sem olvidar a amarela
Enalteço a cor de rosa.
A branca diz-nos virtude,
Vermelha paixão ardente.
Cor de rosa é juventude
Amarela amor presente.
Seu perfume inebriante,
Fascina qualquer mortal,
Convida a beijo de amante
Oculto p'lo roseiral.
Motivo de inspiração
De poetas e pintores,
De quantos artistas são
Quiçá, de grandes amores!
Sua magia é tanta
Que penso com emoção:
Será que a Rainha Santa
Nelas, transformou o pão?
Ausenda Ribeiro
A rosa vermelha é bela,
Fresca e pura a branca rosa.
Sem olvidar a amarela
Enalteço a cor de rosa.
A branca diz-nos virtude,
Vermelha paixão ardente.
Cor de rosa é juventude
Amarela amor presente.
Seu perfume inebriante,
Fascina qualquer mortal,
Convida a beijo de amante
Oculto p'lo roseiral.
Motivo de inspiração
De poetas e pintores,
De quantos artistas são
Quiçá, de grandes amores!
Sua magia é tanta
Que penso com emoção:
Será que a Rainha Santa
Nelas, transformou o pão?
Ausenda Ribeiro
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
AO MEU PAI
Queria guardar a tua imagem
Ao adormecer
Para acordar feliz ao amanhecer.
És só uma miragem
Que amo
Que vejo e revejo sempre que
Te chamo.
Pai, palavra tão doce
Ao pronunciar
Sem nenhum gesto
Para recordar.
Quero ficar sozinha
A sonhar
E, sem que ninguém me veja
A chorar.
Autora: Ausenda Ribeiro
Queria guardar a tua imagem
Ao adormecer
Para acordar feliz ao amanhecer.
És só uma miragem
Que amo
Que vejo e revejo sempre que
Te chamo.
Pai, palavra tão doce
Ao pronunciar
Sem nenhum gesto
Para recordar.
Quero ficar sozinha
A sonhar
E, sem que ninguém me veja
A chorar.
Autora: Ausenda Ribeiro
ERA UMA VEZ
ERA UMA VEZ
Era uma vez uma menina
Que sonhava...sonhava...
Que um dia a vida lhe dava
Aquilo que desejava.
Acreditava...acreditava...
No sonho de pequenina.
Porém, a menina cresceu
Sempre a sonhar... a sonhar...
E a vida sem lhe dar.
E não parou de desejar
A acreditar...a acreditar...
E o sonho amadureceu.
A menina, mulher ficou
E insistiu...insistiu...
De sonhar não desistiu.
O desejo não se cumpriu
Não conseguiu... não conseguiu
E o sonho se eternizou...
Autora: Ausenda Ribeiro
Era uma vez uma menina
Que sonhava...sonhava...
Que um dia a vida lhe dava
Aquilo que desejava.
Acreditava...acreditava...
No sonho de pequenina.
Porém, a menina cresceu
Sempre a sonhar... a sonhar...
E a vida sem lhe dar.
E não parou de desejar
A acreditar...a acreditar...
E o sonho amadureceu.
A menina, mulher ficou
E insistiu...insistiu...
De sonhar não desistiu.
O desejo não se cumpriu
Não conseguiu... não conseguiu
E o sonho se eternizou...
Autora: Ausenda Ribeiro
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
ENCANTO DE OUTONO
Espraia-se orgulhosa a Natureza
Numa
harmonia de tonalidades
Enleada no
brilho e na beleza
Qual
labirinto de habilidades?
Rouba ao
Arco-Íris sua magia
Confundindo-a,
por entre a ramagem
Não deixa
que a invada a nostalgia
Fazendo dela,
a mais bela miragem.
Momentos
lindos o Outono encerra
Deslumbrada
vi, misto de ilusão
Admitindo o
Sol vir beijar a Terra.
Minha alma
banhada em tanta emoção
Como o ar
virgem que rodeia a serra
Me inunda de
pureza o coração!.
Autora-
Ausenda Ribeiro
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
SENTIR O ALENTEJO
Alentejana morena
Nesta cor, sente vaidade
Não há ventura mais plena
Nem tão bonita verdade.
Alentejo, céu azul
Onde brilha o Sol ardente
Tens calor de Norte a Sul
Desde o Levante ao Poente.
A planície, é o teu mar
Sem água, é cristalina
Pela pureza do ar,
P’la ausência da colina.
Em noites que há luar
Aumenta a tua beleza
Vê-se o escuro a brilhar
Pela luz da Natureza.
A gente do Alentejo
É fraterna, humilde e boa
“Não te esqueças dá-lhe um beijo”
Isso, não se diz à toa! Autora- Ausenda Ribeiro
Subscrever:
Mensagens (Atom)